Conferência atrai milhares de jovens e arrecada doações para causas sociais

10/07/2019

57 mil dólares serão doados para duas entidades: uma que ajuda mulheres vítimas de abusos, e outra que cuida de desabrigados

                                                                                                                            Forward Conference. (Foto: Free Chapel)


Cerca de 12 mil jovens participaram da “Forward Conference” em Atlanta (EUA) e conseguiram arrecadar US$ 57 mil que serão distribuídos para mulheres vítimas de abuso e para desamparados.

O evento é organizado pela Free Chapel Church, liderada pelo pastor Jentzen Franklin, com o objetivo de inspirar jovens cristãos a sair para o mundo e fazer a diferença.

Em entrevista à Fox News, o pastor Franklin revelou que os estudantes que participaram do evento realizado no Infinite Energy Center, em Duluth, tiveram a oportunidade de fazer a diferença na vida de alguém.

“Quando os estudantes recebem mais do que apenas regras e regulamentos e têm a oportunidade de realmente fazer a diferença no mundo, eu encontro, vez após vez, a ocasião para eles”, declarou o pastor.

Parte do dinheiro arrecadado será destinado para o New Beginnings, um ministério que procura servir às mulheres no centro da cidade de Atlanta, que vêm sofrendo abuso.

Outra parte será destinada ao Dream Centre, um grupo religioso que “encontra e preenche as necessidades de pessoas em dificuldades de todos os Estados Unidos”.

Fonte : Gospel Prime

Seu dom é ensinar? Então, ensine!

03/07/2019

Todo professor da Escola Dominical conhece esse texto de Romanos 12.7, da autoria do apóstolo Paulo: “…se é ensinar, haja dedicação ao ensino”.

Agora, apesar de estarmos acostumados com a tradução deste texto na versão Almeida Revista e Corrigida (ARC), ou ainda com a tradução da Almeida Revista e Atualizada (ARA), que é mais enfática ainda ao dizer “o que ensina esmere-se no fazê-lo”, a verdade é que o texto original é bem mais sucinto, e diz apenas assim, como bem traduziu a Nova Versão Internacional (NVI): “se é ensinar, ensine”.

Sei que alguns já acostumados com aquelas versões tradicionais poderão ficar um pouco desgostosos com essa tradução mais literal do texto. Mas é assim que é. O que não significa, claro, que a ideia de dedicação ou esmero esteja descartada, pois tal empenho exigido do ensinador está implícito no texto e contexto. Todavia, de modo bem direto o apóstolo está exortando sobre o dever de cumprir cabalmente a vocação para que fomos chamados. É como se dissesse: ocupe-se no ensino, faça o seu dever.

Há três aplicações que podemos fazer desse se é ensinar, ensine:

1. Não rejeite seu dom, ensine!

É normal que quando estamos iniciando nosso trabalho na obra do Senhor sintamos um temor no coração, para não dizer “medo”, quanto ao que devemos fazer. Servos de Deus no passado também sentiram esse “friozinho na barriga”. Senão veja Moisés, Josué, Jeremias, Jonas, dentre outros.

Todavia, quando Deus dá dons para usarmos Ele também dá junto com o dom a capacidade de exercê-los. O que recebeu o dom para ensinar não deve rejeitar seu dom devido algum tropeço cometido, alguma falha pessoal ou dificuldades de exercer sua chamada, mas precisa antes pedir a Deus que lhe acrescente mais “ousadia, amor e moderação” (2Tm 1.7) ou sabedoria para fazer o que tem de ser feito do modo mais adequado (Tg 1.5).

Não rejeite seu dom para virar cantor, músico, regente de coral ou missionário, julgando talvez que tudo isso seja “mais fácil” que ser um mestre. Você pode multiplicar talentos e agregar novos dons naturais ou espirituais ao seu trabalho, mas não pode jamais largar aquilo que Deus pôs em suas mãos. Seu dom é ensinar? Então, ensine!

2. Não negligencie seu dom, ensine!

Muitos professores aceitam de bom grado a vocação divina para o ensino, porém, acabam negligenciando tão importante chamado. Pelo menos de três formas nota-se esta negligência:

  1. Quando negligenciam o seu próprio preparo intelectual;
  2. Quando negligenciam o preparo da aula;
  3. Quando negligenciam o conteúdo ministrado na aula.

O correto funcionamento do dom é um sinergismo, isto é, uma soma de forças divina e humana buscando alcançar o mesmo fim. Deus chama, capacita e provê os recursos necessários para a execução do trabalho, mas está sob nossa responsabilidade sermos diligentes, nos aplicarmos e fazermos bom uso dos recursos divinos e humanos que estão ao nosso dispor. “Não negligencie o dom que há em ti”, foi a exortação de Paulo ao jovem líder Timóteo (1Tm 4.14, NVI)

Precisamos nos qualificar continuamente (bíblica, teológica e culturalmente), devemos nos aplicar ao preparo de um bom estudo durante a semana, mas especialmente no momento da aula devemos nos ater ao nosso chamado: ensinar! Podemos usar muitos métodos e técnicas variados, mas sempre buscando comunicar com eficiência a palavra de Deus aos nossos alunos.

Cantemos para ensinar! Façamos dinâmicas de classe para ensinar! Apresentemos um vídeo aos alunos para ensinar! Não para mero entretenimento ou preenchimento do tempo vago. Seu dom é ensinar? Então ensine! Faça o que deve ser feito!

3. Não perca o foco do seu dom, ensine!

Por último, cremos que as palavras de Paulo quanto ao dever de ensinar também sugerem que devemos evitar a perda de foco em nosso trabalho. Ele já havia alertado Timóteo quanto aos “embaraços desta vida” com os quais não podemos nos envolver, se quisermos agradar ao Senhor que nos chamou (2Tm 2.4).

Há muitas coisas querendo distrair-nos e distanciar-nos do dom para o qual Deus nos chamou: indústria do entretenimento, internet, excesso de trabalhos, relacionamentos amorosos, etc.; se não tivermos moderação na vida, essas coisas acabam engolindo-nos por inteiro! É incrível como somos propensos a colocar todas as coisas, mesmo o lazer, à frente de nossa vocação espiritual. Até servimos numa igreja local, mas não com aquele empenho que a igreja precisa e o nosso Senhor merece. Infelizmente há professores da EBD que não são nem frios nem quentes, estão ali no meio termo da mornidão…

Há um outro perigo que nos ronda, mesmo dentro da igreja: o acúmulo de cargos. Muitos professores perdem o foco do ensino porque embora tenham sido vocacionados justamente para isso resolveram se sobrecarregar com outras funções, daí acabam se fatiando entre muitos departamentos: música, missões, assistência social, tesouraria, etc.

É bom nos disponibilizarmos para servir no que a igreja precisar; todavia, precisamos ter foco naquilo que é nosso dom. Afinal, Deus não dá dons supérfluos a ninguém! Ele não dá dons para desperdício. Você tem certeza que foi chamado para ensinar? Isso arde em seu coração? Mesmo em meio à temores e fracassos, você sente lá no íntimo que esse é o seu dom? Então, ensine! Mãos à obra, caro professor!

Conclusão

Não permita que nada nem ninguém lhe prive daquilo que Deus preparou para você. A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Se em seu coração você entende que Deus lhe chamou para o magistério cristão, então ponha sua mente, seu coração, suas forças e seus recursos nisso! Seja o melhor que você puder ser mediante o poder divino que está em operação no seu interior. “Pelo poder que em nós opera…” (Ef 3.20). Sim, há um poder imenso operando em você! Dê-lhe livre curso e seja o que Deus lhe capacita a ser!

Fonte: Gospel Prime

Mãe cria ministério para trabalhar com jovens especiais

03/07/2019

Resultado de imagem para Hanina Nada

A história de Jelena Sivulka está fundamentada em sua própria experiência de vida. Ela é mãe de uma adolescente de 14 anos chamada Hana, que na infância foi diagnosticada com autismo severo, e isso a inspirou para criar um ministério voltado para crianças especiais.

O projeto se chama Hanina Nada, que significa a “esperança de Hana”. Jelena acredita que a maioria das igrejas não estão preparadas para lidar com crianças portadoras de alguma deficiência, o que contraria a vontade de Deus, visto que o Evangelho e os dons do Espírito Santo são para todos, sem distinção.

“Deus na verdade tem toneladas de crianças com deficiências. Apesar de todos os nossos problemas, Ele deu Seu Filho para nos resgatar, para nos dar esperança, para nos incorporar em sua família, porque estamos falhando com os humanos”, disse Jelena ao Evangelical Focus.

“O maior milagre é como Deus usa crianças que não falam , para falar a boa notícia”, destaca Jelena, que é conselheira cristã em seu ministério, o qual mantém ao lado do marido.

“Muito rapidamente Deus colocou em nossos corações o desejo de abrir as portas da nossa igreja para nossa filha. Percebemos que crianças como Hana não são realmente bem-vindas, o que não faz sentido quando você lê em Lucas 14: ‘Traga para a mesa e vá chamar os pobres e aleijados’. Onde eles estão nas nossas igrejas?”, questiona.

De fato, Jelena trás à tona uma realidade que pode ser facilmente observada: a ausência de pessoas com deficiência em muitas igrejas. Isso pode ocorrer por vários motivos, entre eles a falta de adaptação do espaço físico, mas também a falta de preparo dos membros da congregação para acolher tais pessoas.

Jelena explica como aprendeu com a própria filha ao longo dos anos. “Hana tem sido minha escola em curso, eu aprendi com ela. A garota que não fala me ensinou”, disse ela.

Para promover a interação de pessoas com deficiência física com quem não possui nenhum tipo de limitação, Jelena explica que o ministério cria oportunidades, como acampamentos, onde uns cuidam dos outros. Ela observou que muitos jovens aprendem sobre o Evangelho de forma diferente, porque se torna algo prático, e por amor.

“É inacreditável que o autismo toque tantos. Em muitos níveis, você conhece pessoas que conectam você a alguém”, diz Jelena, explicando que muitos desses jovens nem são cristãos, mas apenas convidados para às atividades em grupo. “Nós só queremos que as pessoas se sintam amadas”.

Site do Projeto Hanina Nada

Fonte: Gospel Mais

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